Abstract
Este artigo ocupa-se da orientação e tendências actuais dos dispositivos de acompanhamento social no âmbito das políticas de assistência social / acção social, focalizando-se na reconfiguração das suas lógicas de acção e especialmente no modus operandi na relação face-a-face com os utentes – beneficiários destes serviços.
A abordagem adoptada, das “novas regras do social”, inscreve, no plano analítico, a reconfiguração do Estado Social e das políticas sociais nas grandes transformações das sociedades contemporâneas e designadamente no quadro do processo de individuação e da forma como se redesenham as relações entre colectividades e indivíduo em matéria de solidariedade.
Neste quadro, analisam-se as diferentes lógicas presentes na trajectória dos dispositivos de acompanhamento social, bem como os desafios e riscos que enfrentam no presente, num contexto societário de instabilidade e incerteza.
A abordagem adoptada, das “novas regras do social”, inscreve, no plano analítico, a reconfiguração do Estado Social e das políticas sociais nas grandes transformações das sociedades contemporâneas e designadamente no quadro do processo de individuação e da forma como se redesenham as relações entre colectividades e indivíduo em matéria de solidariedade.
Neste quadro, analisam-se as diferentes lógicas presentes na trajectória dos dispositivos de acompanhamento social, bem como os desafios e riscos que enfrentam no presente, num contexto societário de instabilidade e incerteza.
| Original language | Portuguese |
|---|---|
| Pages (from-to) | 81-91 |
| Number of pages | 10 |
| Journal | Cidades |
| Issue number | 17 |
| DOIs | |
| Publication status | Published - 2008 |
Keywords
- Acção social; Acompanhamento social; Estado Social activo; Individuação; Subjectividade; Cidadania; Empowerment.
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