Abstract
O artigo analisa, num quadro de referência teórica dos „Cultural and Literary Animal Studies“ (Agamben 2003, Osterkamp 2010, Bongards 2012) e da hermenêutica cultural, através das obras de duas modernistas, uma escritora e uma artista plástica, o deslizar lento do culto do corpo da República de Weimar para a utopia da natureza curadora, assim como na imprensa cultural da época (Der Querschnitt). A experiência da morte e da destruição nos anos da Grande Guerra levam as artistas à demanda da regeneração e remediação, evocando novamente a questão pela relação entre Cultura e Natureza e à procura da inocência perdida. São abertas perspectivas à actualidade da interrogação no contexto de novos cultos do corpo humano e animal.
| Original language | German |
|---|---|
| Pages (from-to) | 156-177 |
| Journal | JUNI, Magazin für Literatur und Politik |
| Volume | 51/52 |
| Publication status | Published - 2016 |
UN SDGs
This output contributes to the following UN Sustainable Development Goals (SDGs)
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SDG 4 Quality Education
Keywords
- Renée Sintenis
- Mechtilde Lichnowsky
Activities
- 1 Oral presentation
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Tiere, Körper und Menschen von Gewicht bei Renée Sintenis und Mechtilde Lichnowsky
Emonts, A. M. (Speaker)
2015Activity: Talk or presentation › Oral presentation
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