Abstract
A “Lei da protecção do sangue alemão e da honra alemã”, de 15 de Setembro de 1935, teve os seus reflexos nas comunidades alemães que viviam fora do território da Alemanha, por exemplo, na Ilha da Madeira. Através de análise de documentos consulares de 1938 e 1939 tomamos conhecimento, na perspectiva dos Estudos de Memória e da micro-história, dos efeitos nefastos da denúncia tacanha, ao seja, da realidade histórica do fascismo quotidiano. O drama da “arianização” da sociedade e, também, as tentativas de resistência impotente, às quais assistimos, revelam o paradoxo trágico das situações vividas.
| Original language | Portuguese |
|---|---|
| Pages (from-to) | 55-67 |
| Journal | Islenha |
| Issue number | 26 |
| Publication status | Published - 2000 |
UN SDGs
This output contributes to the following UN Sustainable Development Goals (SDGs)
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SDG 4 Quality Education
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SDG 10 Reduced Inequalities
Keywords
- Aryan race
- Second World War
- Madeira
- 15th September 1935
- Protection of the German blood and honour
- Intercultural conflicts
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