Abstract
Uma das limitações da lógica de intervenção top-down nas escolas é o pressuposto de que, pensada e bem desenhada a mudança, a sua implementação garante a coincidência entre os objetivos inerentes à política e às ações dos implementadores e dos grupos-alvo ou beneficiários. Pelo contrário, a lógica bottom-up considera os atores escolares elementos-chave na adaptação e adequação das políticas aos contextos e às condições locais e concebe o desenvolvimento curricular como parte integrante da melhoria da escola e do desenvolvimento profissional dos docentes. Estas duas perspetivas de intervenção requerem abordagens diferentes na organização e desenvolvimento de uma ação de formação em contexto desenhada pelas escolas para os professores que nela exercem. O nosso estudo é de natureza qualitativa e visa compreender as racionalidades presentes no debate sobre a supervisão da prática letiva num processo de formação desenvolvido num agrupamento de escolas com o objetivo de estimular a supervisão colaborativa. Neste processo de formação emergem os diferentes papeis que os professores requerem dos formadores externos, bem como distintas conceções de supervisão e lógicas de ação.
| Original language | Portuguese |
|---|---|
| Title of host publication | Livro de atas |
| Subtitle of host publication | 1.º Encontro Internacional de Formação na Docência (INCTE) |
| Editors | Cristina Mesquita, Manuel Vara Pires, Rui Pedro Lopes |
| Place of Publication | Bragança |
| Publisher | Instituto Politécnico de Bragança |
| Pages | 674-681 |
| Number of pages | 4 |
| ISBN (Print) | 9789727452064 |
| Publication status | Published - Mar 2016 |
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