Abstract
A crise da União Europeia (UE) é analisada à luz do resgate de Portugal. Aplicando o método histórico, são explicadas as causas da situação portuguesa no quadro da Globalização e da evolução da União Europeia. A crise financeira mundial explicitou as debilidades da construção europeia, em geral, e da zona euro, em particular. Por iniciativa da Alemanha, com o apoio de outros Estados-membros e o consentimento das instituições comunitárias, a UE respondeu à crise de forma descontextualizada, quebrando os laços de solidariedade entre Estados-membros, violando os tratados, expondo os Estados-membros com economias mais frágeis a comportamentos especulativos dos mercados financeiros, tornando o resgate de países como Portugal inevitável. Com isso minou a confiança na moeda única, na economia europeia e no próprio projeto europeu. São propostos caminhos alternativos para países como Portugal readquirirem o seu futuro e contribuírem para a recuperação do futuro da UE.
| Original language | Portuguese |
|---|---|
| Number of pages | 37 |
| Journal | Revista TriploV de Artes, Religiões e Ciências |
| Issue number | 44 |
| Publication status | Published - Feb 2014 |
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