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Contar ataques não é medir a ameaça: o que dizem os dados da Europol

Imprensa/meios de comunicação

Período14 mai. 2026

Contribuições de meios de comunicação

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Contribuições de meios de comunicação

  • TítuloContar ataques não é medir a ameaça: o que dizem os dados da Europol
    Nome/saída de meios de comunicaçãoObservador
    Data14/05/26
    DescriçãoConsiderado no seu conjunto, o período entre 2006 e 2024 — refletido nos relatórios EU TE-SAT publicados entre 2007 e 2025 — permite retirar quatro conclusões robustas: o terrorismo de extrema-esquerda explica uma parcela significativa dos ataques registados, mas com baixa letalidade e forte concentração territorial; o terrorismo de extrema-direita, embora bastante menos frequente, representa um risco estratégico elevado pela sua imprevisibilidade e potencial letal; o jihadismo mantém-se como a principal referência quando o critério é o impacto humano. A este quadro acresce uma tendência estrutural frequentemente esquecida: o terrorismo etnonacionalista ou separatista, dominante no início da série, sofreu um declínio acentuado ao longo das últimas duas décadas, perdendo progressivamente centralidade no panorama europeu.
    URLhttps://observador.pt/opiniao/contar-ataques-nao-e-medir-a-ameaca-o-que-dizem-os-dados-da-europol/
    PessoasFrancisco Jorge Gonçalves