Resumo
Para Helen Milner, a "economia política internacional é uma política de crescimento" (1998) e, de acordo com a "teoria da estabilidade do crescimento", para a economia mundial ser estável e aberta, tem de haver um país dominante, uma potência líder, que coordene e discipline os restantes países, assegurando-se, assim, as condições necessárias para o crescimento económico. Durante o século XIX, segundo a maioria das opiniões, esse hegemon foi a Grã-Bretanha. Contudo, no início do século XVIII, ainda se debatia nos Estados Unidos como proteger o comércio e a navegação no Mediterrâneo e impedir que os Corsários da Barbária actuassem também no Atlântico, procurando-se perceber se a paz, nas palavras de Jefferson, deve ser obtida a qualquer custo: "to obtain peace by purchasing it [or] vindicate their commerce by arms" (1790). Este ensaio procura percorrer as formas encontradas por David Humphreys, tanto como poeta como político, para transformar a alteridade americana oitocentista em hegemonia, e como o fez a partir de Lisboa, na qualidade de ministro residente em Portugal e enviado especial de George Washington, incumbido da tarefa de negociar a concluir Tratados de Amizade e Comércio com Trípoli e Argel.
| Idioma original | English |
|---|---|
| Páginas (de-até) | 91-106 |
| Número de páginas | 16 |
| Revista | Gaudium Sciendi |
| Número de emissão | 12 |
| DOIs | |
| Estado da publicação | Publicado - 1 jun. 2017 |
Keywords
- Alteridade
- Hegemonia
- Pirataria
- Connecticut wits
- Tratados da Barbária
Impressão digital
Mergulhe nos tópicos de investigação de “A Connecticut wit in queen Maria’s court: David Humphreys on the happiness, future glory and industry of America“. Em conjunto formam uma impressão digital única.Citação
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