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A evidência do que não se vê. Os caminhos da imaginação, os caminhos da fé

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Resumo

A relação entre imaginação e verdade cristã é tradicionalmente caracterizada pela desconfiança teológica: a imaginação é tida como uma faculdade que “inventa” e diverge da realidade, sendo suspeita de manipular a verdade em vez de a respeitar. Porém, se olharmos diretamente para o texto evangélico, reconhecemos que é a um esforço radical de imaginação que Jesus convida os destinatários do seu anúncio, pedindo-lhes que acreditem na verdade da sua pessoa, imagem visível do Deus invisível, que O dá a ver sem O representar. A fé em Jesus não é a confissão e a aplicação da Lei, um pacote de instruções morais e doutrinais, mas é a conversão à evidência desta verdade invisível que se irradia na carne da palavra e da história, santificando-as. Não mimética mas performativa, a imaginação evangélica é exposta no discurso parabólico como a forma cognitiva de uma fé que não dispõe da verdade mas põe a caminho para ela.
Título traduzido da contribuiçãoThe evidence of what cannot be seen. The paths of imagination, the paths of faith
Idioma originalPortuguese
Número de páginas14
RevistaBrotéria
Volume197
Número de emissão6
Estado da publicaçãoPublicado - dez. 2023

ODS da ONU

Este resultado contribui para o(s) seguinte(s) Objetivo(s) de Desenvolvimento Sustentável

  1. ODS 4 - Educação de qualidade
    ODS 4 Educação de qualidade

Keywords

  • Imaginação
  • Parábolas
  • F. Kafka
  • Evangelho

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