A interpretação da criação segundo Paul Ricoeur

Michel Renaud

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Resumo

O tema A interpretação da criação segundo Paul Ricoeur divide-se em duas partes. A primeira analisa de modo sucinto o projecto inicial de Ricoeur (1.1), para compreender como é que foi levado a estudar a questão do mal, numa perspectiva hermenêutica; neste caminho encontram-se os mitos do mal, entre os quais o mito de Adão e Eva (1.2). Muito conhecida, esta interpretação não é aqui objecto de análise. Segue-se então uma breve reflexão geral sobre os conceitos de começo, de nada e de criação (1.3), assim como sobre o conhecimento de Deus na filosofia da religião (1.4). A segunda parte entra no coração do problema, comentando de perto as duas primeiras secções do estudo de Paul Ricoeur «Pensar a criação», incluído no livro Pensar a Bíblia (1998). Esta interpretação centra-se nos dois temas A criação como acto de separação (2.1) e a criação como acto de fundação (2.2). O desafio é, entre outros aspectos, pensar o tempo em relação com a teoria dos «acontecimentos fundadores».
Idioma originalPortuguese
Páginas (de-até)151-172
Número de páginas22
RevistaDidaskalia
Volume42
Número de emissão1
DOIs
Estado da publicaçãoPublicado - 1 jan. 2012

Keywords

  • Paul Ricoeur
  • Filosofia da vontade
  • Simbólica do mal
  • Criação
  • Começo
  • Separação
  • Acontecimentos fundadores
  • Narrativas fundadoras
  • Tempo mítico e tempo empírico
  • Antecedência e precedência

Citação