Resumo
Já os seus contemporâneos, mormente Juliano de Eclana, acusaram Agostinho de ter “inventado” o pecado original. Nos tempos mais recentes esta acusação ganhou novos adeptos. No presente artigo pretendemos mostrar até que ponto tal acusação é justa, analisando a resposta dada pelo próprio Agostinho. Este, sempre que visado pela tese segundo a qual, ao falar do “pecado original” estava a inovar não só na terminologia, mas também na teologia, respondeu sempre argumentando que expunha e defendia a antiga doutrina unânime e universalmente professada pela tradição da Igreja. Para o provar, socorreu-se da autoridade dos Padres da Igreja, tanto latinos como gregos. O presente estudo centra-se precisamente na avaliação da “argumentação patrística” agostiniana para, deste modo, averiguarmos se o bispo de Hipona é ou não e em que medida “inovador” na forma como formula e defende a doutrina do pecado original.
| Título traduzido da contribuição | The invention of original sin according to S. Augustine |
|---|---|
| Idioma original | Portuguese |
| Páginas (de-até) | 55-134 |
| Número de páginas | 80 |
| Revista | Didaskalia |
| Volume | 42 |
| Número de emissão | 1 |
| DOIs | |
| Estado da publicação | Publicado - 1 jan. 2012 |
Keywords
- Pecado original
- Agostinho
- Juliano de Eclana
- Argumentação patrística
- Adão
Impressão digital
Mergulhe nos tópicos de investigação de “A invenção do pecado original segundo Agostinho“. Em conjunto formam uma impressão digital única.Citação
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