Analogia temporal e analogia da pessoa em Edith Stein: para além da fenomenologia e da ontologia

Etelvina Pires Lopes Nunes*

*Autor correspondente para este trabalho

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Resumo

Este artigo apresenta o processo que Stein elabora para estabelecer a relação do ser finito e temporal com o ser infinito e eterno. Contextualizando a sua investigação no âmbito da fenomenologia e da ontologia, Stein ultrapassa estes domínios. Na esteira de Tomás de Aquino, será recorrendo à analogia que Stein traça a ascensão para o sentido do Ser. No entanto, este processo tornar-se-á mais próximo da posição de S. Agostinho. Pois, a autora elabora primeiro uma analogia temporal e depois uma analogia pessoal. Parte de duas evidências: a certeza do “eu sou” de Agostinho, Descartes e Husserl e o “eu sou” divino, segundo o nome que Deus revelou de si próprio: “Eu sou aquele que sou” (Ex 3,14). Através da analogia pessoal a autora ultrapassa a fenomenologia e a ontologia, enquanto a categoria “pessoa” compreende tanto o ser como uma plenitude atribuída.
Título traduzido da contribuiçãoTemporal Analogy and Analogy of the Person in Edith Stein: beyond Phenomenology and Ontology
Idioma originalPortuguese
Páginas (de-até)333-358
Número de páginas26
RevistaTópicos (México)
Volume63
DOIs
Estado da publicaçãoPublished - 1 mai 2022

Keywords

  • Ser infinito
  • Ser eterno
  • Analogia temporal
  • Analogia pessoal
  • Fenomenologia
  • Ontologia

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