Resumo
Este artigo aborda a fonologia da Língua Gestual Portuguesa com enfoque nos articuladores gestuais. Analogamente às línguas orais que têm como articulador primordial o aparelho fonador, as línguas gestuais, sendo de modalidade gesto-visual, têm as duas mãos que são anatomicamente idênticas: a mão dominante e a mão não dominante. É sobre esta última que o estudo incidirá pormenorizadamente a fim de perceber o seu comportamento e os diferentes papéis que adota. A mão não dominante é o articulador passivo mas com potencial e com muitos graus de liberdade que se comporta de forma muito restrita. Visa verificar-se, se de facto a mão não dominante funciona como articulador e lugar de articulação ou se é, ou não, independente na formação e execução de gestos, comprovando-se com esta investigação a teoria embrionária do desempenho da mão não dominante como classificador fonológico, cujo significado atribuído à configuração realizada é imprescindível para a compreensão do item lexical.
| Título traduzido da contribuição | Sign articulators: non-dominante hand |
|---|---|
| Idioma original | Portuguese |
| Páginas (de-até) | 84-99 |
| Número de páginas | 16 |
| Revista | Cadernos de Saúde |
| Volume | 6 |
| DOIs | |
| Estado da publicação | Publicado - 1 jan. 2013 |
Keywords
- Língua gestual portuguesa
- Mão não dominante
- Articuladores gestuais
- Classificadores
- Fonologia
Impressão digital
Mergulhe nos tópicos de investigação de “Articuladores gestuais: mão não dominante“. Em conjunto formam uma impressão digital única.Citação
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