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Câmara escura ou a captação simbólica do interdito na obra O fotógrafo e a rapariga de Mário Cláudio

  • Martinho Soares

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Resumo

Neste texto faz-se uma análise interpretativa da novela de Mário Cláudio O fotógrafo e a rapariga, partindo dos vários símbolos poéticos usados pelo escritor para exprimir o interdito. Demonstramos como a natureza dúplice e dissimuladora do símbolo poético atenua o choque e mitiga a obscenidade, ao mesmo tempo que obriga o leitor a uma desautomatização do juízo ético, forçando-o a alargar o seu campo de análise e de interpretação, abrindo o seu olhar a novas perspetivas. Salientamos também o modo como Mário Cláudio consegue questionar e transtornar os sagrados e estandardizados padrões éticos e culturais da sociedade em que se insere.
Título traduzido da contribuiçãoDark chamber or the symbolic capture of the interdict in the work The photographer and the girl of Mário Cláudio
Idioma originalPortuguese
Páginas (de-até)121-129
Número de páginas9
RevistaRevista do Centro de Estudos Portugueses
Volume38
Número de emissão59
DOIs
Estado da publicaçãoPublicado - 1 nov. 2018

Keywords

  • Mário Cláudio
  • O Fotógrafo e a Rapariga
  • Símbolos poéticos
  • O interdito

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