Resumo
O autor começa por definir o que entende por cultura e depois apresenta as apostas na cultura e no património como alternativas económicas no interior deprimido e abandonado. Aponta os exemplos do Museu Gugenheim em Bilbao, as gravuras rupestres de Vila Nova de Foz Côa, a aldeia teatral de Campo Benfeito, em plena Serra do Montemuro e o Fluviário da vila de Mora, como investimentos que alteraram o carácter dessas regiões e tornaram estes lugares gares como pólos de atracção turística. Termina propondo a criação de Áreas Culturais, apontando como exemplo a implementar desde logo a área cultural cisterciense, na margem esquerda do rio Douro.
| Idioma original | Portuguese |
|---|---|
| Páginas (de-até) | 33-42 |
| Número de páginas | 10 |
| Revista | Gestão e Desenvolvimento |
| Número de emissão | 15-16 |
| DOIs | |
| Estado da publicação | Publicado - 1 jan. 2008 |
Keywords
- Cultura
- Património
- Áreas culturais
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