Da ictiofauna no De Antiquitatibus Lusitaniae, de André de Resende

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Resumo

Depois de evocar A Cidade e as Serras de Eça de Queirós, o autor fala dos rios da Lusitânia, principalmente do rio Minho, e da ictiofauna deles, que se viu empobrecida com o desaparecimento do esturjão. Com efeito, o último exemplar terá sido capturado em 1961. Deste *Asturjão se ocupou o professor Raul Miguel Rosado Fernandes, num estudo sobre uma digressão de cerca de dez páginas, feita por André de Resende, que ele intitulou “Investigação sobre os *Asturjão” (Disquisitio de pisce asturione, pp. 166-180). É objetivo deste estudo comentar os passos em que André de Resende menciona os rios, de Sul para o Norte de Portugal, situando-os à luz da tradição literária: Plínio-O-Antigo, História Natural, IV, 22, 115), Ateneu de Náucratis, Deipnosophistas, VIII, 331, b-c; Estrabão, Geografia, III, 3, 4). Daqui resulta uma maior proximidade entre história da literatura e gastronomia local.
Título traduzido da contribuiçãoAbout the ichthyofauna in the De Antiquitatibus Lusitaniae, by André de Resende
Idioma originalPortuguese
Título da publicação do anfitriãoMesa dos sentidos & sentidos da mesa
Editores Carmen Soares, Anny Jackeline Torres Silveira, Bruno Laurioux
EditoraUniversidade de Coimbra
Páginas395-414
Número de páginas20
Volume2
ISBN (impresso)9789892620602
DOIs
Estado da publicaçãoPublicado - 2021

Keywords

  • Rios da Lusitânia
  • Ateneu
  • Estrabão
  • Plínio-O-Antigo
  • André de Resende
  • Antiguidades da lusitânia

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