Resumo
Uma longa tradição historiográfica considera o fracasso da missão jesuíta na Etiópia como resultado da rigidez, intolerância e estreiteza de vistas dos missionários da Companhia de Jesus e da sua liderança. Este artigo tem procura notar que esta visão já estava presente nos círculos católicos antes mesmo da sua mais ampla circulação através do trabalho de autores escocesas como Michael Geddes e James Bruce no final do século XVII e no início do XVIII. Aparentemente, esta crítica tem como pano de fundo a rivalidade entre as várias ordens. O texto apresentado neste artigo é uma breve carta dirigida às autoridades da Sacra Congregatio de Propaganda Fide em 1637, na qual se acusam os missionários jesuítas de terem agido com um alto grau de imprudência e de intolerância face às tradições da Igreja local. O artigo analisa o conteúdo desse documento, situando-o no contexto religioso e histórico em que foi formulado.
| Título traduzido da contribuição | “Imprudentia Maxima”: frei Manuel de Asunción e a sua crítica à atuação dos Jesuítas na Etiópia |
|---|---|
| Idioma original | Spanish |
| Páginas (de-até) | 81-104 |
| Número de páginas | 24 |
| Revista | Lusitania Sacra |
| Volume | 32 |
| DOIs | |
| Estado da publicação | Publicado - 2015 |
| Publicado externamente | Sim |
Keywords
- Jesuitas
- Agostinhos
- Missão
- Etiópia
Impressão digital
Mergulhe nos tópicos de investigação de ““Imprudentia Maxima”: frei Manuel de Asunción e a sua crítica à atuação dos Jesuítas na Etiópia“. Em conjunto formam uma impressão digital única.Citação
- APA
- Author
- BIBTEX
- Harvard
- Standard
- RIS
- Vancouver