Michel Henry: affectivity and hallucination

Título traduzido da contribuição: Michel Henry: afetividade e alucinação

Andrés Eduardo Aguirre Antúnez, Florinda Martins

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Resumo

Neste artigo mostramos como é que Michel Henry toma a alucinação como paradigma da fenomenalidade da vida. Nele, a fenomenalidade da alucinação situa-nos na vida afetiva deixada a nu pela fenomenalidade da vida subjetiva. E porque a vida afetiva é vivência da pura vinda a si da vida nas modalidades da audição, da visão, da angústia, do temor, nela, a alucinação, enquanto fenômeno suspenso na sua própria fenomenalidade aparece como fenômeno exemplar da vida, ainda que vivido em sentimento de pura insuportabilidade dessa prova afetiva da vida. Todavia é a partir da experiência da insuportabilidade da prova de si da vida que se encontra, inerente ao sentimento da afeção da vida, a possibilidade de reversão do sofrimento em fruição. Mostramos ainda convergências entre a fenomenalidade da vida afetiva e práticas clínicas, laboratoriais ou outras, e seus desenvolvimentos em interdisciplinaridade no nosso grupo de investigação.
Título traduzido da contribuiçãoMichel Henry: afetividade e alucinação
Idioma originalEnglish
Páginas (de-até)177-183
Número de páginas7
RevistaRevista da Abordagem Gestaltica
Volume21
Número de emissão2
DOIs
Estado da publicaçãoPublished - dez 2015

Keywords

  • Prova de si
  • Alucinação
  • Insuportabilidade
  • Pura possibilidade
  • Interdisciplinaridade

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