O hibridismo cromático no cinema: entre a delimitação de espaços narrativos e temporais e a criação de novos mundos

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Resumo

A utilização simultânea do preto e branco e da cor numa mesma obra cinematográfica, apresenta-se como recurso fílmico relativamente frequente ao longo da História do Cinema. Exceto se confrontados com um mero exercício de criativa pontuação estética, é possível afirmar que, aquilo que poderemos definir como hibridismo cromático num filme, assenta, fundamentalmente, na procura de uma mais clara demarcação de distintos espaços narrativos e temporais e na procura da criação de novos mundos distantes do “real” ou dele muito próximos. Uma catalogação diferenciadora de estados díspares assente também numa muito clara dualidade de oposições entre a fantasia e a realidade, a factualidade e o sonho, o passado e o presente, a melancolia e a euforia, o pessimismo e o otimismo. Um hibridismo cromático diferenciador de mundos, ambientes e consciências narrativas díspares, muito testado em filmografias de realizador estão distintos como Sergei Eisenstein, Andrei Tarkovsky, Victor Fleming, Francis Ford Coppola, Win Wenders ou Christopher Nolan entre inúmeros outros.
Idioma originalPortuguese
Título da publicação do anfitriãoAtas do VIII Encontro Anual da AIM
EditoresDaniel Ribas, Manuela Penafria, Sérgio Dias Branco
EditoraAssociação de Investigadores da Imagem em Movimento
Páginas283-291
Número de páginas9
ISBN (impresso)9789899821590
Estado da publicaçãoPublicado - 17 mai 2019
EventoVIII encontro anual da AIM - Universidade de Aveiro, Aveiro
Duração: 16 mai 201819 mai 2018

Conferência

ConferênciaVIII encontro anual da AIM
País/TerritórioPortugal
CidadeAveiro
Período16/05/1819/05/18

Keywords

  • Hibridismo cromático
  • Cor
  • Preto e branco

Citação