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O quotidiano na clausura feminina eborense e a presença de população escrava: a fronteira entre o servir das portas adentro e das portas afora no período moderno

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1 Citação (Scopus)

Resumo

Apesar da existência de anteriores estudos, tanto em termos nacionais como regionais, e que demonstram a forte presença de escravos em Évora nos séculos XV e XVI, localizar a população escrava na documentação de instituições religiosas femininas da cidade e entender a sua condição de vida nessas comunidades não se revela fácil. Muitas das referências à sua existência são indiretas, ao fazerem parte de um dote ou doação (constando como bens a que se atribui um determinado valor), que podia ser testamentária, de partilhas e sentenças. São também de difícil perceção as tarefas desempenhadas no quotidiano de espaços claustrais, especialmente os femininos, sujeitos às exigências pós-tridentinas. Só com a apresentação de alguns casos, a juntar aos já conhecidos, poderemos sugerir algumas considerações sobre esta matéria.
Título traduzido da contribuiçãoEveryday life in female religious communities in Évora and the presence of slaves: the boundary between the in-house and outdoor service in modern period
Idioma originalPortuguese
Páginas (de-até)35-53
Número de páginas19
RevistaRevista Portuguesa de Historia
Volume47
DOIs
Estado da publicaçãoPublicado - 2016
Publicado externamenteSim

Keywords

  • População escrava
  • Comunidades religiosas femininas
  • Évora
  • Período moderno

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