Resumo
Nos debates sobre a pena de morte é, muitas vezes, apresentada a posições de Santo Agostinho como legitimadora. Foi assim ao longo dos séculos. De facto, bastantes dos seus escritos e alguns até dos mais importantes e influentes vão nesse sentido. Não questionam o direito romano vigente. Contudo, no conjunto dos seus textos, sobressaem alguns, sobretudo cartas dirigidas a autoridades judiciais, em que expressamente apela para que a pena capital não seja aplicada. E isso por motivos evangélicos e de coerência com a fé. A intercessio episcopalis situa-se aí, entre a lei penal civil, que não recusa, e o Evangelho do perdão, da misericórdia e da oportunidade de arrependimento.
| Idioma original | Portuguese |
|---|---|
| Páginas (de-até) | 191-220 |
| Número de páginas | 30 |
| Revista | Didaskalia |
| Volume | 41 |
| Número de emissão | 1 |
| DOIs | |
| Estado da publicação | Publicado - 1 jan. 2011 |
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