Com este trabalho pretendemos decompor o risco no mercado de Credit Default Swaps de forma a perceber se para entidades soberanas da zona euro as variações de spread tiveram como fundamento apenas factores intrínsecos à própria entidade, ou se existiu contágio proveniente de outros países. Com base na literatura disponível formularam-se várias hipóteses, sendo que a generalidade apontava no sentido de que efectivamente os factores exógenos ao próprio país tiveram influência na volatilidade dos spreads. Para a análise empírica recorremos a um modelo econométrico GARCH com variávies explicativas e com base em dados de CDS soberanos estimamos regressões que nos permitiram concluir que efectivamente o aumento do risco, medido como a volatilidade dos spreads de CDS em países como a Alemanha e a França não tiveram como única explicação factores de ordem intrínseca ao próprio país, mas que estes sofreram efeitos de contágio mediante a trasmissão de risco dos países periféricos, nomeadamente Grécia e Portugal no caso germânico, e Espanha, Itália e Grécia no caso gaulês.
| Data de atribuição | 23 jul. 2014 |
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| Idioma original | Portuguese |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Carlos Manuel Ferreira dos Santos (Supervisor) |
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A decomposição do risco no mercado dos Credit Default Swaps
Novais, J. C. F. (Aluno). 23 jul. 2014
Tese do aluno: Dissertação de mestrado