Podemos constatar que o envelhecimento da população traz uma modificação no status do indivíduo e no seu relacionamento com as outras pessoas. Este facto aporta algumas consequências para a vida do idoso, tais como: mudanças de papéis na família, no trabalho e na sociedade; dificuldade em adaptar-se a esses novos papéis; diminuição da sua autoestima; falta de motivação e dificuldade em planear o futuro; depressão; perdas orgânicas, físicas, afetivas e sociais; e dificuldade em aceitar orientações para a resolução de problemas. Perante esta realidade, é comum assistirmos a um isolamento da pessoa idosa, que passa o dia em frente a um televisor, sem interagir com ninguém. Desta forma, aos poucos, a sua memória vai enfraquecendo e as suas possibilidades de diálogo diminuem de dia para dia. O presente estudo, cujo tema é a Educação para a Autonomia na Terceira Idade: o Direito de Aprender ao Longo da Vida, pretende demonstrar que, através de um Programa Educativo, esta tendência pode ser invertida. O idoso poderá enriquecer-se intelectualmente, tendo a oportunidade de relembrar as suas experiências, utilizando-as como troca de saberes e transformando-as numa nova forma de participar socialmente, mediante uma interação positiva.
| Data de atribuição | 2012 |
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| Idioma original | Portuguese |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Maria da Conceição Antunes (Supervisor) |
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- Educação de adultos
- Educação de idosos
- Educação ao longo da vida
- Terceira idade
- Gerontologia
- Programa Educativo
- Autonomia
- Mestrado em Gerontologia Social Aplicada
A educação para a autonomia na terceira idade: o direito de aprender ao longo da vida : II ciclo de estudo em gerontologia social aplicada
Pinto, C. M. R. (Aluno). 2012
Tese do aluno: Dissertação de mestrado