A presente dissertação tem por objecto a Fantasia como forma de composição, procurando defini-la como género musical e enquadrando-a numa perspectiva de evolução histórica. Assim, é realizado um levantamento das Fantasias compostas para piano e outros instrumentos de tecla, pretendendo elaborar-se um catálogo de consulta deste género musical no repertório pianístico. Em particular, é feita uma pequena análise da Fantasia em Dó Maior de G. F. Händel, da Fantasia em Ré menor de W. A. Mozart, da Sonata quasi una Fantasia Op. 27 n.º 2 de L. van Beethoven, das Drei Fantasiestücke Op. 111 de R. Schumann e da Fantasia Baetica de M. de Falla. Estas obras integraram o programa do Recital Final de Mestrado em Performance Musical. Neste trabalho, constatamos que a génese da Fantasia remonta ao século XVI e acompanhamos o seu desenvolvimento até às Fantasias compostas sobretudo na Alemanha até finais do séc. XX.
| Data de atribuição | 2012 |
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| Idioma original | Portuguese |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Filipe Pinto Ribeiro (Supervisor) |
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- Mestrado em Performance Musical
A fantasia para piano solo
Marques, M. D. M. F. G. (Aluno). 2012
Tese do aluno: Dissertação de mestrado