Ao longo do século vinte as indústrias culturais e criativas foram consideradas irrelevantes no contexto das teorias económicas predominantes. Contudo, na viragem do século vários estudos demonstraram que estas indústrias têm vindo a contribuir para o crescimento do produto interno bruto de vários países. É um crescimento que se estende a toda a economia em geral, com a capacidade de atrair talentos, negócios e investimentos. O constante aumento de interesse por este setor, baseado num modelo onde a criatividade assume um papel preponderante, contribuiu para que as indústrias criativas se tornem em elementos-chave de conceção de novas políticas de transformação estratégica económica. Ao nível das cidades, nos últimos trinta e cinco anos, o evento Capital Europeia da Cultura assumiu-se como um elemento desbloqueador das economias urbanas. Anualmente é colocada à prova a capacidade das cidades se transformarem em torno da Cultura como alavanca não só de promoção da riqueza, diversidade e partilha da Cultura Europeia como também de desenvolvimento económico e social. Vinte anos após a cidade do Porto como Capital Europeia da Cultura2001, o presente estudo tem o propósito de perceber como se encarou esta oportunidade, respondendo à seguinte questão central: qual o legado do evento e o comportamento das principais atividades das indústrias criativas e culturais na afirmação da região.
| Data de atribuição | 27 out. 2022 |
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| Idioma original | Portuguese |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Luís Teixeira (Supervisor) |
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- Porto 2001
- Capital Europeia da Cultura
- Cidades
- Cultura
- Criatividade
- Indústrias criativas
- Mestrado em Gestão de Indústrias Criativas
Capitais europeias da cultura: o setor cultural e criativo vinte anos após o porto 2001
Pinho, M. J. M. F. T. D. (Aluno). 27 out. 2022
Tese do aluno: Dissertação de mestrado