Após a realização de uma exodontia, ocorrem alterações dimensionais no osso alveolar, relacionadas com a cicatrização alveolar que conduz, inevitavelmente, à reabsorção óssea. Estas alterações devem ser conhecidas e correctamente avaliadas antes do procedimento cirúrgico e sempre que se inicia qualquer reabilitação protética. Um grupo de 12 pacientes foi submetido a avaliação pós-exodontia na Consulta de Cirurgia Oral da Clínica Dentária Universitária da Universidade Católica Portuguesa – Viseu. A cada paciente foi extraído, por técnica fechada, um dente maxilar da região compreendida entre o dente 15 e 25, com indicação de exodontia, com a condição de presença de dentes adjacentes. Foram definidos critérios de inclusão e exclusão, sendo que todos os pacientes que apresentavam doença sistémica ou factores locais que potenciassem a reabsorção óssea foram excluídos. As alterações dimensionais ósseas verticais e horizontais foram avaliadas para cada grupo gengival, previamente definido, em três tempos distintos, no momento da exodontia (Baseline), 1 mês após a exodontia (T1) e 3 meses após a exodontia (T2). Os resultados foram previsíveis, de acordo com a bibliografia consultada, verificando-se existiu perda óssea vertical e horizontal, ao longo dos três meses, sendo mais acentuda no grupo gengival G1 e menos acentuada no G3. Verificou-se a existência de correlação forte entre a perda de volume ósseo vertical e a espessura de gengiva aderida.
| Data do prémio | 30 out. 2015 |
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| Idioma original | Portuguese |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Tiago Borges (Supervisor) |
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- Reabsorção óssea
- Gengiva aderida
- Extracção dentária
- Alterações dimensionais
- Cicatrização alveolar
- Mestrado em Medicina Dentária
Caracterização da mucosa alveolar como factor de previsibilidade na preservação óssea alveolar após extracção dentária: um novo método de classificação
Brito, M. L. A. F. D. C. (Aluno). 30 out. 2015
Tese do aluno: Dissertação de mestrado