A pintura de altar surge, em Portugal, no final do século XVII, salvo a existência de precedentes que estiveram, possivelmente, na origem deste tipo de pintura. Com especial carácter pedagógico na Igreja, divulga a Palavra de Deus de forma mais dinâmica do que o habitual no ritual litúrgico. Os panos de altar narram histórias, estando na sua origem expostos grande parte do ano litúrgico e, consoante a pretensão cénica, eram apresentados ou simplesmente recolhidos através do sistema que os movia. A presente investigação surge no âmbito do estudo científico-analítico e da intervenção de Conservação e Restauro de uma tela altar, de rolo, pertencente à Igreja Paroquial de S. Pedro de Miragaia. Num segundo momento, a temática abrange uma análise mais ampla do panorama e da conservação das telas de rolo existentes em Portugal, nomeadamente o seu enquadramento histórico e litúrgico, salientando a originalidade e dinamismo que introduziram nas igrejas e capelas portuguesas, bem como um breve inventário das pinturas identificadas a nível nacional, onde se relacionam algumas particularidades, entre elas, os diferentes sistemas de montagem e fixação e as condições de utilização.
| Data de atribuição | jun. 2012 |
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| Idioma original | Portuguese |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Ana Calvo (Supervisor) & Maria Aguiar (Supervisor) |
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- Pintura de altar
- Telas de rolo
- Conservação e restauro
- Crucificação
- Igreja de São Pedro de Miragaia
- Mestrado em Conservação e Restauro de Bens Culturais
Conservação e restauro da crucificação da Igreja de Miragaia: as telas de rolo nos retábulos portugueses
Moreira, R. M. (Aluno). jun. 2012
Tese do aluno: Dissertação de mestrado