Alp (2013) estuda como os critérios de classificação do risco de crédito evoluem de 1985 a 2007. O autor analisa uma mudança estrutural nos critérios das agências de crédito na altura dos escândalos financeiros de 2002. Eu traço um paralelo com a Grande Recessão de 2008. As agências de crédito são consideradas parcialmente culpadas pois vários instrumentos financeiros não foram sujeitos a uma avaliação de risco adequada. Eu analiso se as classificações são afetadas após as crises mais recentes: a de 2002 e a de 2008. Regresso classificações do risco de crédito como função de características da empresa e indicadores de ano para avaliar como mudam de 2002 a 2016. Observo uma tendência de padrões mais rigorosos para a amostra total, comparando a 2002. Durante a Grande Recessão, são atribuídas classificações inferiores em 0.75 às de 2002, sugerindo uma descida média de uma classificação com as mesmas características. Os critérios tornamse menos rigorosos após 2009. Os padrões em 2016 ainda são mais apertados que em 2002, indicando uma abordagem conservadora. Divido a amostra em observações de grau de investimento e especulativo. As normas de grau de investimento permanecem rigorosas mesmo após a Grande Recessão, em comparação a 2002, embora em menor escala. Após 2002, as empresas de grau especulativo sofrem um declínio acentuado nas classificações. Depois de 2009, estes negócios recuperam rapidamente e são sujeitos a critérios mais relaxados. No geral, os anos da Grande Recessão são marcados por classificações de crédito mais baixas, confirmado por testes de mudança estrutural.
| Data de atribuição | 3 mai. 2023 |
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| Idioma original | English |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Mário Meira (Supervisor) |
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- Classificação do risco de crédito
- Critérios de classificação de crédito
- Crise financeira
Evolution of corporate credit rating standards from 2002 to 2016
Castro, E. P. D. (Aluno). 3 mai. 2023
Tese do aluno: Dissertação de mestrado