Com o crescente uso das redes sociais, a atenção tem sido cada vez mais voltada para este tema. A importância de como estas podem ser ou não, no seio cultural contemporâneo, importantes agentes de reforço de visibilidade para uma imposição social evidente – o ser feliz. Nesta investigação realizou-se um estudo fenomenológico com o objetivo de descrever e interpretar a experiência de felicidade associado ao uso de redes socias. Deste modo, este estudo contou com a participação de dez adultos com idades compreendidas entre os 40 anos a 70 anos, usuários e não usuários de redes sociais. Com recurso à aplicação de uma entrevista semiestruturada e um questionário sociodemográfico obtiveram-se como principais resultados a heterogeneidade entre usuários e não usuários de redes socais relativamente ao interesse ou não pelas mesmas; a ambivalência das óticas dos participantes relativas à perceção da relação das redes sociais com a felicidade; as diferentes experiências de felicidade em adultos que usam ou não usam as redes sociais. Assim, a pertinência deste estudo permite comparar como os indivíduos de uma mesma geração se comportam quando se é ou não usuário de redes sociais; é de igual modo, essencial promover e sensibilizar para a importância da felicidade e de se ser, verdadeiramente, feliz; evitar comparações ou vivermos numa felicidade ilusória que nos é transmitida pelas redes sociais.
| Data de atribuição | 7 fev. 2023 |
|---|
| Idioma original | Portuguese |
|---|
| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
|
|---|
| Supervisor | Armanda Gonçalves (Supervisor) |
|---|
- Estudo qualitativo
- Fenomenologia
- Felicidade
- Redes sociais
- Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde
Experiências e conceções de felicidade em adultos utilizadores e não utilizadores de redes sociais
Vides Marques, E. B. (Aluno). 7 fev. 2023
Tese do aluno: Dissertação de mestrado