O Estado, enquanto entidade soberana e autorreguladora de um país, deixa a cargo de ONG’s (Organizações Não Governamentais) e Movimentos Sociais a resolução ou apaziguamento de problemas que não consegue alcançar. Estas desenvolvem trabalhos notórios com foco na sociedade, mas nem sempre conseguem desdobrar-se entre as necessidades de angariação de fundos e a sua missão. Considerando a necessidade económica e social destas organizações, o fortalecimento do seu trabalho é palavra de ordem. Que problemas encontram? Que dificuldades sentem? Esta tese foca-se no caso do MOVE, uma ONG, que opera em São Tomé, Timor e Açores. O principal objetivo é o combate à pobreza por meio do empreendedorismo, através da micro consultoria a projetos locais e da formação sobre princípios práticos de gestão, para que gerem rendimentos alternativos. Os responsáveis do MOVE procuram soluções para as dificuldades financeiras que atravessam. Eles dependem de filantropia, fundos e doações. Esta base é instável e, por vezes, causa pressão que nem sempre é benéfica para o impacto que aspiram ter. Esta análise vai oferecer diferentes pontos de vista, permitindo aos responsáveis pela organização definir uma direção para a sustentabilidade financeira do MOVE. Ademais, num tempo onde as fronteiras entre o impacto positivo e a realização de rendimento estão na mesma linha, esta tese permitirá melhor perceber os caminhos para alcançar os dois.
| Data de atribuição | 6 jul. 2021 |
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| Idioma original | English |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Marta Bicho (Supervisor) |
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- MOVE
- NGO’s
- Hibridização
- Modelo de negócio
Financial independency: the way to hybridity : the case of NGO MOVE
Marques, C. R. (Aluno). 6 jul. 2021
Tese do aluno: Dissertação de mestrado