Resumo
Diante da aparente inevitabilidade que é a guerra, nas suas várias metamorfoses, levantam-se as seguintes questões: o que torna uma guerra justa ou injusta? Dependerá dos meios de legitimação? Dos métodos empregados na sua execução? Da proporcionalidade dos meios utilizados? Mas antes, e não menos importante, é possível falar de justiça na guerra? O presente estudo visa responder a esta e outras questões pertinentes. Neste sentido, procuraremos ilustrar a conceituação e as características da guerra justa, apresentando de forma sistemática a sua evolução na história da filosofia para logo analisarmos a relação entre ética e guerra justa, contextualizando, de forma geral, o período histórico neo-escolástico, tendo como ponto de partida e de chegada a obra Relectio de iure belli de Vitória. Para realização desta investigação, optámos por seguir o método da revisão literária, que consiste na análise da literatura à volta do pensamento filosófico-jurídico sobre a guerra. De modo mais específico, focámo-nos na ideia da guerra no pensamento da neo-escolástica na perspetiva vitoriana, baseando-nos em leituras e hermenêutica de fontes como Calafate, P. (org.), 2015. A Escola Ibérica da Paz Nas Universidades de Coimbra e Évora (Século XVI). Vol. 1: Sobre as Matérias da Guerra e da Paz. Coimbra: Almedina.| Data de atribuição | 8 jan. 2026 |
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| Idioma original | Portuguese |
| Instituição de premiação |
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| Supervisor | José Carlos de Miranda (Supervisor) |
ODS da ONU
Esta tese de estudante contribui para os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU
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ODS 4 Educação de qualidade
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ODS 16 Paz, justiça e instituições fortes
Keywords
- Guerra justa
- Neo-escolástica
- Justiça
- Títulos legítimos e ilegítimos
- Francisco de Vitória
Designação
- Mestrado em Filosofia
Citação
- Standard