Neste projecto a que chamámos “Imitação da vida. A escrita cinematográfica e o melodrama”, numa clara homenagem aos filmes realizados por John Stahl (1934) e Douglas Sirk (1959), a partir de um romance de Fannie Hurst, procurou-se analisar a evolução do melodrama, desde o seu aparecimento enquanto género, no teatro, e a forma como este evoluiu com o cinema. As diversas leituras que os estudos fílmicos fizeram do melodrama serviram para enquadrar teoricamente um acervo de obras da década de cinquenta, em particular a filmografia tardia de Douglas Sirk. Focamos ainda a recuperação e reinvenção do melodrama a partir da década de 70 com realizadores como Rainer Werner Fassbinder, Pedro Almodóvar e Todd Haynes. O estudo do melodrama, e dos seus princípios, tinha como finalidade responder à questão de partida que se relaciona com o impacto emocional do melodrama junto do público. Com base na moldura teórica partimos para a escrita de um argumento de longa-metragem, aplicando os princípios do género melodramático.
| Data de atribuição | 29 jun. 2015 |
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| Idioma original | Portuguese |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Catarina Duff Burnay (Supervisor) |
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- Cinema
- Teoria dos géneros
- Melodrama
- Escrita de argumento
- Mestrado em Ciências da Comunicação
Imitação da vida, a escrita cinematográfica e o melodrama
Lopes, P. M. F. (Aluno). 29 jun. 2015
Tese do aluno: Dissertação de mestrado