O ambiente de crise que se vive em Portugal desde 2008 despertou nas famílias e empresas portuguesas uma maior consciência da necessidade de poupar. A poupança e a crise têm uma harmonização difícil e a parcela do rendimento disponível com destino à poupança é cada vez menor. Hoje em dia, estamos perante uma nova realidade, uma realidade em que muitos portugueses reavaliam a aplicação das suas poupanças para fazer face a novas necessidades. A crise e as mudanças fiscais têm moldado as alterações nas decisões de investimento. E, por isso, as novas utilidades e necessidades vão sendo encontradas para essa poupança, e aqui a poupança vai deixando de ser o remanescente do consumo e passa a ser uma prioridade, um objetivo e um esforço delineado de longo prazo. No contexto atual de redução de salários e aumento de impostos, a poupança ainda que desejável por todos é cada vez mais um objetivo difícil de concretizar. Estamos perante um desafio de mudança de hábitos e mentalidades. Assim, esta análise pretende explicar quais as determinantes primordiais que condicionam as opções dos portugueses por produtos de investimento e de poupança.
| Data de atribuição | 12 jun. 2015 |
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| Idioma original | Portuguese |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Paulo Alves (Supervisor) |
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- Poupança
- Crise económica
- Investimento
- Mestrado em Banca e Seguros
Impacto da crise económica na comercialização dos produtos de capitalização: caso: Fidelidade - Companhia de Seguros, SA
Oliveira, I. M. M. (Aluno). 12 jun. 2015
Tese do aluno: Dissertação de mestrado