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Marcas de forma
: caráter distintivo e imperativo de disponibilidade

  • Mariana Sousa Gomes (Aluno)

Tese do aluno: Dissertação de mestrado

Resumo

O presente estudo incide sobre as principais dificuldades associadas ao registo das marcas de forma, sobre a determinação do seu caráter distintivo e a compatibilização com a tutela da concorrência e a liberdade económica, que se evidencia no imperativo de disponibilidade das formas. Assim, irá ser densificada a noção de “caráter distintivo” enquadrando-a no universo deste tipo de sinais e proceder-se-á à análise dos limites absolutos que lhes são impostos, de maneira a determinar qual a sua extensão, que interpretação é adotada pela jurisprudência para os diversos conceitos que integram a letra da lei e quais os métodos utilizados pelos examinadores dos pedidos de registo. Dado que o direito Nacional que incide sobre esta matéria se encontra “consumido” pelo direito da União Europeia, na análise a que se vai proceder assumirá, como é natural, especial relevância a jurisprudência do TJUE.
Data de atribuição6 jan. 2026
Idioma originalPortuguese
Instituição de premiação
  • Universidade Católica Portuguesa
SupervisorEvaristo Ferreira Mendes (Supervisor)

ODS da ONU

Esta tese de estudante contribui para os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU

  1. ODS 9 - Indústria, inovação e infraestrutura
    ODS 9 Indústria, inovação e infraestrutura
  2. ODS 16 - Paz, justiça e instituições fortes
    ODS 16 Paz, justiça e instituições fortes

Keywords

  • Marcas
  • Marcas de forma
  • Caráter distintivo
  • Liberdade económica
  • Imperativo de disponibilidade das formas
  • Proibições absolutas

Designação

  • Mestrado em Direito

Citação

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