Em terra de cegos quem tem olho é rei. Neste sentido, a escolha pertinente das ferramentas de controlo de gestão tem vindo a ganhar relevo como instrumento diferenciador para as empresas devido às profundas alterações dos mercados (tendências), à crescente globalização (concorrência) e à complexidade dos negócios (burocracia). Sendo o orçamento uma das práticas mais antigas de planeamento e controlo empresarial, questiona-se cada vez mais a sua aplicabilidade em termos de objetividade, de eficiência e de eficácia, em detrimento de outros mecanismos de gestão nas organizações. A dissertação em questão centra-se, num primeiro momento, nos aspetos negativos e positivos associados ao orçamento, com fundamento em estudos de outros autores. Num segundo momento, são analisadas as práticas orçamentais de uma empresa tradicional que opera na indústria de tintas e vernizes, à luz das boas práticas estudadas. Num terceiro momento, é debatida a importância do controlo de diversos tipos de desvios através de exemplos reais, destacando-se o grau de relevância na diminuição dos custos de transportação. Por último, são propostas medidas que visam modificar processos, manifestando-se em ganhos potenciais a nível de rapidez na execução de determinadas tarefas. Os resultados evidenciam que a utilização do orçamento assenta no ambiente contingencial e, deste modo, perante a natureza do negócio, é recomendada à empresa em estudo a contínua utilização do orçamento. Não obstante, há também evidência de espaço para melhorias, designadamente na implementação de medidas que aceleram o planeamento orçamental.
| Data de atribuição | 2015 |
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| Idioma original | Portuguese |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Paulo Alves (Supervisor) & Rui Martins (Supervisor) |
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- Orçamento
- Controlo
- Desvios
- Processos
Planeamento orçamental: desvios e controlo
Matos , J. P. A. P. C. D. (Aluno). 2015
Tese do aluno: Dissertação de mestrado