As empresas tentam até ao limite ter sucesso em ambientes e mercados que não controlam e onde não possuem informação perfeita. Para suceder é necessária a exposição a riscos e em grande parte das indústrias a competição transforma-se na lei do mais forte. Uma das mais populares ferramentas de cobertura de risco são os instrumentos financeiros, em particular derivados. O seu uso está imerso em controvérsia uma vez que quando utilizados de forma incorrecta ou sem profundo conhecimento as consequências podem ser catastróficas como foi visto durante a crise financeira de 2008 e 2009 onde as Credit Default Swaps e Collateralized Debt Obligations foram vítimas de escrutínio da opinião pública. A literatura neste tópico é vasta e diversa, salientando os benefícios que estes instrumentos podem trazer a um negócio, mas também tendo em conta as implicações negativas que o seu uso pode ter numa empresa. Este estudo analisa as 15 empresas não financeiras do índice português, PSI 20, do período de 2013 a 2015 e explora os riscos que estas encontram na sua actividade, como é o caso do risco de taxa de juro e de mercado, em empresas dependentes de um bem específico, e como é que os derivados podem ter um impacto na sua política de gestão de risco e ajudar a empresa a reduzir os seus encargos financeiros no presente e a assegurar a sua sustentabilidade face a situações desfavoráveis. Através de uma análise qualitativa e quantitativa tentaremos isolar as variáveis que têm uma correlação com o uso de derivados numa empresa e se são criadores de valor como ferramenta de hedging.
| Data de atribuição | 10 jul. 2017 |
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| Idioma original | English |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | Ricardo Cunha (Supervisor) |
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- Derivados
- Risco financeiro
- Cobertura de risco
- Mercados financeiros
- Gestão de risco
The use of derivatives in risk management: a study of the Portuguese listed companies
Teixeira, V. J. M. (Aluno). 10 jul. 2017
Tese do aluno: Dissertação de mestrado