Inserida na linha de investigação sobre género e trabalho este estudo realça as circunstâncias vivenciais exigidas às mulheres no âmbito da esfera profissional e privada quando estão sujeitas a horário de trabalho por turnos (fixos e rotativos). Pretende-se através das trabalhadoras do sector da distribuição salientar as implicações subjacentes às tentativas diárias de conciliação trabalho-família. Para tal, desenvolveu-se uma pesquisa que conta com uma amostra feminina que privilegia a metodologia qualitativa em prol da valorização dos discursos de trajectos de vida distintos, observações da actividade e diálogos informais. Tornou-se claro a partir deste estudo a necessidade constante das trabalhadoras readaptarem a sua vida pessoal de forma a dar resposta às exigências face à imprevisibilidade do horário por turnos (maioritariamente, rotativos). Realça-se a expressão do sentimento de afastamento familiar e social sendo considerando-se este o custo mais elevado.
| Data de atribuição | 2011 |
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| Idioma original | Portuguese |
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| Instituição de premiação | - Universidade Católica Portuguesa
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| Supervisor | António Fonseca (Supervisor) & Liliana Cunha (Co-Orientador) |
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- Género
- Horário
- Trabalho por turnos
- Conciliação trabalho-família
Trabalho por turnos definidos no feminino: que desafios na conciliação da vida profissional com a vida pessoal ?
Costa, A. O. (Aluno). 2011
Tese do aluno: Dissertação de mestrado